quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Os males provocados pelo cigarro já são mais que sabidos, ainda assim é alto o número de fumantes.

Pode acreditar. Houve um tempo em que fumar é algo charmoso, glamouroso, coisa de artista de cinema. Eram comuns cenas com artistas consagrados fumando e cenas apresentando bebidas e exposição de maços de cigarro Os fumantes já não podem mais exercitar o vício em qualquer lugar, como antigamente.  No passado, até nos voos domésticos havia o lado para fumantes e o lado para os não fumantes. Hoje é inimaginável alguém acendendo um cigarro no avião. O fumo também foi proibidos em locais públicos, restando ao fumante áreas livres e com circulação corrente de ar. Além disso, a  diretoria colegiada da Anvisa  aprovou  proposta de resolução que traz novas regras de exposição e comercialização de cigarros e outros produtos derivados do tabaco. De acordo com a proposta aprovada, os locais de venda deverão seguir regras mais restritas de exposição das embalagens de cigarros, como manter a maior distância possível entre os maços de cigarro dos produtos destinados ao consumo do público infanto juvenil, como balas e chocolates. Para nossa sorte e sorte da saúde pública, o número de fumante tem diminuído consideravelmente. Hoje, fumantes são discriminados em muitos lugares e até nos contatos sociais, pois o cheiro exalado pelos fumantes é sentido pelos não fumantes. Até para namorar, os fumantes estão encontrando dificuldade. Abaixo o cigarro pela sua própria saúde e pela sua própria vida.   

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Um filme capaz de arrancar algumas lágrimas dos cinéfilos mais atentos, "Extraoirdinário" foi bem produzido e aproveitamos para acompanhar a participáção da nossa eterna musa Sonia Braga. Enquanto o mundo quer provar que somos todos iguais chega aos cinemas "Extraordinário" com a proposta de que somos todos diferentes, de algum modo.

Assisti ao filme no último domingo. Muito bom filme e emocionante. Falando sobre a película, o período escolar nunca é fácil, seja pelas dificuldades inerentes de aprendizado aliado à pressão em não ser reprovado ou mesmo pelo convívio com completos desconhecidos, sem os mimos típicos da vida em família. Independente dos problemas enfrentados, trata-se de um imenso aprendizado sobre como se comportar em sociedade, para o bem e para o mal. Somos todos bons e maus desde o princípio. O que iremos desenvolver a partir do convívio?
O bem ou o mal?Extraordinário, adaptação do livro homônimo escrito por R.J. Palacio, aborda exatamente esta questão, potencializada pelo protagonismo de um garoto de 10 anos que, devido a deficiências de nascença, passou por 27 cirurgias plásticas - o que, inevitavelmente, gera reflexos na forma como é encarado por todos à sua volta. A consciência do próprio menino de que as pessoas o encaravam de forma diferenciada, chateava sim, mas significava também maturidade antes da hora para enfrentar, ainda que a duras penas, a realidade que a vida impusera a ele.

Em uma realidade tão complexa, rodeada por todo tipo de preconceito, chama a atenção como o livro - e, consequentemente, o filme - busca alguns confortos a seu personagem principal: o núcleo familiar absolutamente acolhedor, sem grandes atritos entre seus integrantes, e um certo tom lúdico com base em um adorado ícone universal: Star Wars. Como não abrir um sorriso ao ver aquela criança de olhar tão tristonho a cada novo encontro com Chewbacca? Com habilidade, Palacio - e os roteiristas do filme, Steve Conrad, Jack Thorne e o próprio diretor Stephen Chbosky - encontraram um meio-termo entre a dor e a felicidade que, personificado em uma criança, comove. Mas não é só.

Por mais que seja um filme claramente emotivo - mas sem cobrar o choro do espectador, é bom deixar claro -, Extraordinário se apropria de certos maniqueísmos típicos nesta busca pelo coração do espectador. Se o elo emocional com cachorros apela para o lado afetivo de cada um e a própria conjuntura em torno do garoto é milimetricamente calculada de forma a não gerar ruídos ao tema principal, é difícil resistir ao carisma e à ternura de Jacob Tremblay como o jovem Auggie. Trata-se de uma escolha precisa que, aliado ao competente trabalho de maquiagem, apresenta um personagem absolutamente encantador, seja nas angústias ou mesmo nos momentos de autoironia. Difícil não se render a ele, ou mesmo a outros dois jovens que o rodeiam: Izabela Vidovic,uma menina lindíssima que deve se tornar grande nome do cinema que imterpretou a irmã Via, e Noah Jupe, como o amigo Jack Will.

Neste aspecto, Extraordinário ganha relevância também ao ressaltar a individualidade dos jovens a partir de suas angústias pessoais, por mais que a divisão do filme a partir dos personagens soe um tanto quanto esquemática. Ainda assim, tal diversidade amplia o leque emocional retratado em cena, trazendo ao filme camadas necessárias para evitar um foco excessivo (e desgastante) em Auggie. Por outro lado, é importante também ressaltar que nenhuma das subtramas possui um grande aprofundamento, tendo como objetivo maior trazer mais informações acerca da personalidade do retratado.

Há ainda Julia Roberts e Owen Wilson, os pais de Auggie. Se ele praticamente reprisa o personagem de Marley & Eu, a partir do já conhecido - e mais uma vez funcional - perfil boa praça, ela é competente ao compor a mãe amorosa e rigorosa, que tenta conciliar aspirações profissionais com a vida em família. Entretanto, o real motivo pela escolha de Julia está em seu marcante sorriso, luminoso sempre que surge em cena.

Repleto de boas intenções, Extraordinário equilibra bem as mensagens edificantes intrínsecas com o carisma de um bom elenco e uma direção cuidadosa, que dosa com competência e sensibilidade os inevitáveis momentos emocionais de sua trajetória. Bom filme, com boas chances de arrancar algumas lágrimas do espectador e muitas lágrimas dos mais emotivos. Eu recomendo!

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

No trânsito, os bons motoristas devem ficar atentos em muitas coisas como: direção defensiva, pedestres, distância segura com relação ao carro da frente e agir com rapidez em situações que mereçam presença de espírito ou até mesmo ética.

É muito comuns nos depararmos com motoristas pouco elegantes ou gentis. Muitos não tem o hábito de ceder espaço para um colega no trânsito, a menor barbeiragem, já acionam a buzina feito desesperados, não costumam obedecer a sinalização e nem as regras de trânsito.  Quem praticam a direção defensiva, pode imaginar situações de colegas e evitar acidentes. Nem por isso, precisam fazer buzinaço para indicar que um colega agiu mal ou não fez o certo. Dar a vez aos pedestres e respeitá-los, pois todos nós somos pedestres em determinado momento,  é outra ação pouco frequente. Muitos motoristas não estão nem aí para os pedestres por pensarem: que cara folgado. (existem alguns que são mesmo abusados, mas a maioria não!). Dirigir a uma distância segura do carro da frente é importante pois as chances de batidas na traseira do veículo que vai a frente, diminuem sobremaneira. Obedecer a sinalização, a regras de trânsito e principalmente a velocidade das vias, só nesses itens já evitaríamos a maioria dos acidentes na zona urbana. A questão da bebida/direção que é tratada com tanto rigor, continua sendo o calcanhar de Aquiles das autoridades de trânsito no Brasil. Mesmo com o rigor da Lei, é grande o número de motoristas que se sentem bem, muitos acham até que beber só um pouquinho não influencia em nada na direção. O pior desse pensamento é que os motoristas flagrados altamente embriagados, tinham a mesma percepção. A de estarem normais, jamais alcoolizados ou bêbados. Presença de espírito é uma virtude que deve estar presente em situações de risco. Quantos e quantos acidentes já não foram evitados por conta de uma boa presença de espírito. Em dias de chuva a consciência de que os cuidados devem ser redobrados, deve se fazer presente. Ao viajar, faça uma revisão nos principais itens do seu carro para sua própria tranquilidade e de toda a família e por fim, ter expediente. O que vou relatar acontece sempre!
Meu saudoso pai, Sr. Manoel José Lopes ou Irmão Mané,leia-se (mjlempensamento.blosport.com.br), adorava utilizar no dia a dia a expressão "gente sem expediente" que indicava quando o sujeito não tinha rapidez de pensamento e ação. Via o errado e não agia. Sabia que algo não daria certo mas não agia para evita-lo. Este preâmbulo do expediente, é para dizer que o fato registrado esta semana na Avenida Tiradentes, em frente a Marajó Automóveis, embora não pareça, é bastante comum. Um motorista teve uma avaria de qualquer natureza no carro, no horário de pico, 18 horas, na baia de conversão. Ao invés de empurrar o carro para desafogar o gargalo, ele fez pior ainda. Abriu as portas do veículo travando o fluxo. Quem quisesse fazer a conversão tinha de ir até o retorno para entrar a PUC-PR campus Londrina. Não tenho ideia de quanto tempo durou essa situação, mas o pouco de durou foi mais do que suficiente para causa muita irritação nos motoristas que passavam pelo local e muitos os transtornos. Por isso, não basta ser apenas um motorista habilitado para ser bom. Há de se ter muitos outros talentos, pois só assim conseguimos colaborar para um transito melhor e mais humano. 

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

2018 que está começando, estamos vivendo a primeira semana, terá 9 feriados. Um já foi. Fique atento para que você possa se programar e curtir melhor os feriados do ano!

Os feriados tratam-se de uma data em que determinada ocasião é comemorada por uma nação, comunidade, religião ou classe trabalhista. Eles são definidos por níveis federal, estadual, distrital e municipal, tudo depende a importância da data comemorada. Esses feriados podem ser determinados obrigatórios para todos, ou facultativos, ou seja organizações tem a liberdade para acatar ou não a dispensa do trabalho. O ano de 2018 está apenas começando e já dá para programar todas as folgas do ano. Serão ao todo 9 feriados nacionais, sem contar os estaduais e municipais como o do Dia da Consciência Negra e os aniversários das cidades. Um dos 9 feriados um já foi. 1° de janeiro: Confraternização Universal e dia mundial da paz. Para sorte de muitos, apenas dois feriados caem no sábado ou domingo. Quatro deles cairão em sextas-feiras e 2 em segundas-feiras. Cinco dessas datas serão em terça ou quintas, proporcionando os tão aclamados feriados emendados. Bom, levando isso em consideração, nós da Fatos Desconhecidos trouxemos para nossos leitores todos os feriados que teremos em 2018. Já pode ir preparando as malas para as viagens. Próximos feriados:
30 de março: Paixão de Cristo
21 de abril: Tiradentes
1° de maio: Dia Mundial do Trabalho
7 de setembro: Independência do Brasil
12 de outubro: Nossa Senhora Aparecida
2 de novembro: Finados
15 de novembro: Proclamação da República
25 de dezembro: Natal
Muitos empresários e trabalhadores fazem confusão entre feriados e pontos facultativos. O ponto facultativo é onde o empregador tem o poder de decisão se dará ou não o dia de folga para seus funcionários. Já o feriado é uma data decretada e oficializada em calendários nacionais, estaduais e municipais, tornando obrigatória a dispensa do serviço nesses dias. Nas datas em que o ponto facultativo é acertado, os órgãos do governo não decretam folga como acontece com os feriados municipais, estaduais ou federais.

domingo, 10 de dezembro de 2017

Londrina completa neste domingo, 83 anos de história. Terra fértil, Cidade pujante, Gente do bem e trabalhadora. Londrina uma Cidade encantadora e acolhedora. Parabéns! Em homenagem a nossa cidade Flor Menina, eu gravei uma composição e música do Maestro Edval Xavier em 4 versões. Escolhi um acústico em bossa, para homenagear a Londrina e saiba também um pouco da nossa história.


O Norte do Paraná, uma região de terra roxa, muito fértil, era, até poucas décadas, uma extensa floresta. A colonização espontânea foi marcada pelo arrojo de homens saídos de Minas Gerais ou de São Paulo, que foram chegando à área de Cambará, entre 1904 e 1908. Rapidamente, a faixa entre Cambará e o Rio Tibagi – uma linha que representaria o futuro percurso da ferrovia São Paulo-Paraná – foi tomada por grandes propriedades cujos donos, via de regra, as subdividiam em pequenas parcelas vendidas como lotes urbanos ou rurais.

Enquanto isso, vastas áreas de terra roxa de domínio estadual, localizadas a Oeste do Rio Tibagi, permaneciam praticamente inexploradas, sofrendo os efeitos de um lento e ineficaz plano de colonização do governo. Em 1920, percebia-se uma séria frustração nas expectativas de ocupação da área, em virtude da morosidade do Estado.

Havia falta de continuidade, recursos financeiros limitados e uma visível inépcia oficial. O quadro, além disso, já tinha sido agravado com a deflagração da Primeira Guerra Mundial, que não apenas interrompeu o fluxo de imigrantes como também provocou desconfiança naqueles que já se encontravam na região.

A partir de 1922, o governo estadual começa a conceder terras a empresas privadas de colonização, preferindo usar seus recursos na construção de escolas e estradas. Em 1924, inicia-se a história da Companhia de Terras Norte do Paraná, subsidiária da firma inglesa Paraná Plantations Ltd., que deu grande impulso ao processo desenvolvimentista  na  região norte.

Naquele ano, atendendo a um convite do governo brasileiro – que sabia do interesse dos ingleses em abrir áreas para o cultivo de algodão no exterior – chega a Missão Montagu, chefiada por Lord Lovat, técnico em agricultura e reflorestamento. Lord Lovat ficou impressionado com a exuberância do solo norte-paranaense e acabou adquirindo duas glebas para instalar fazendas e máquinas de beneficiamento de algodão, com o apoio da “Brazil Plantations Syndicate”, de Londres.

O empreendimento fracassou, devido aos preços baixos e à falta de sementes sadias no mercado, obrigando a uma mudança nos planos. Foi criada, assim, em Londres, a Paraná Plantations e sua subsidiária brasileira, a Companhia de Terras Norte do Paraná, que transformaria as propriedades do empreendimento frustrado em projetos imobiliários. 

Já de início, a Companhia concedeu todos os títulos de propriedade da terra, medida inusitada para as condições da região e mesmo do Brasil. Por isso, os conflitos entre colonos antigos e os recém-chegados praticamente não existiram na zona colonizada pelos ingleses.

Porém, a grande novidade introduzida pela Companhia e que lhe valeria o “slogan” de “a mais notável obra da colonização que o Brasil já viu” foi a repartição dos terrenos em lotes relativamente pequenos. Os ingleses promoveram, desta forma, uma verdadeira reforma agrária, sem intervenção do Estado, no Norte do Paraná, oferecendo aos trabalhadores sem posses a oportunidade de adquirirem os pequenos lotes, já que as modalidades de pagamento eram adequadas às condições de cada comprador.

A Companhia explicitaria a sua política: “Favorecer e dar apoio aos pequenos fazendeiros, sem por isso deixar de levar em consideração aqueles que dispunham de maiores recursos”.

Este sistema estimulou muito a concentração da produção – principalmente cafeeira, a explosão demográfica, a expansão de núcleos urbanos e o aparecimento de classes médias rurais.
O projeto de colonização, além disto, trouxe outras inovações, como a propaganda em larga escala, transporte gratuito para os colonos, posse das terras em quatro anos, alguma assistência técnica e financeira, levantamento de toda a área e até o mapeamento do solo em algumas zonas.

Londrina surgiu em 1929, como primeiro posto avançado deste projeto inglês. Na tarde do dia 21 de agosto de 1929, chegou a primeira expedição da Companhia de Terras Norte do Paraná ao local denominado Patrimônio Três Bocas, no qual o engenheiro Dr. Alexandre Razgulaeff fincou o primeiro marco nas terras onde surgiria Londrina. O nome da cidade foi uma homenagem prestada a Londres – “pequena Londres”, pelo Dr. João Domingues Sampaio, um dos primeiros diretores da Companhia de Terras Norte do Paraná. A criação do Município ocorreu cinco anos mais tarde, através do Decreto Estadual n.º 2.519, assinado pelo interventor Manoel Ribas, em 3 de dezembro de 1934. Sua instalação foi em 10 de dezembro do mesmo ano, data em que se comemora o aniversário da cidade. O primeiro prefeito nomeado foi Joaquim Vicente de Castro.

A primeira  década após a fundação  foi uma fase de desenvolvimento comercial. Neste período aconteceu um fortalecimento da estrutura comercial de Londrina, quando muitas empresas paulistas se instalaram na região (alimentícia, armarinhos, atacadistas). O setor industrial limitava-se a ordenar a matéria prima regional (maquinas de café e cereais), mantendo a dependência em relação a outros centros urbanos com maior grau de industrialização.

As principais realizações  no final dos anos 40 foram: a implantação de galerias pluviais, construção de escolas, elaboração do plano urbanístico – o que demonstrou uma  preocupação com a ocupação do solo.

Londrina, já nos anos 50, emergiu no cenário nacional como importante cidade do interior do Brasil. Neste período, apresentou considerada expansão urbana em razão da produção cafeeira  no norte do Paraná, em especial na cidade de Londrina, o que levou à intensificação do setor primário de toda região. Nesta década a população  passou de 20.000 habitantes para 75.000, sendo que quase metade se encontrava na área rural.

No final desse decênio  Londrina contava com um complexo urbano que consistia em faculdade, colégios, postos de saúde, hospitais, rádios e complexos destinados ao lazer.  

Nos anos 60 surgiram os primeiros conjuntos habitacionais, que se localizavam à distância de 6 a 7 Km do centro da cidade. Esses centros habitacionais foram edificados pela COHAB e  atendiam às populações mais necessitadas da sociedade londrinense. Outro fato importante neste período foi a criação do Serviço de Comunicação Telefônica de Londrina – SERCOMTEL.  

Em franco desenvolvimento, na década de 70, Londrina já contava com 230.000 habitantes e uma produção agrícola voltada para o mercado externo. Nesta época criou-se os primeiros centros industriais que visavam o incentivo e a coordenação do desenvolvimento industrial da cidade. Houve uma ampliação na prestação de serviços como educação, sistema de água e esgoto, pavimentação, energia elétrica, comunicação, e a criação do Parque Arthur Thomas, a construção da nova Catedral, Ginásio de Esporte Moringão, entre outras obras.

A década de 80 foi marcada pela fase de ação  administrativa, quando o poder público demonstrou uma preocupação com o capital comercial e desenvolveu ações que incentivaram o planejamento urbano, tais como a retirada da ferrovia do centro, a criação das vias Expressa Norte - Sul e da Avenida Leste - Oeste, bem como a instalação do Terminal Urbano de Transporte Coletivo.

Londrina se consolidou como Pólo Regional de bens e serviços e se tornou, definitivamente, a terceira mais importante cidade do Sul do Brasil na década de 90, quando foi desenvolvido o primeiro Plano Diretor. Neste período a cidade apresentava uma estrutura voltada para áreas residenciais em praticamente todo seu território, destacando a região central em razão do desenvolvimento da construção civil, refletida em inúmeros edifícios  de padrão médio e alto. A região Norte da cidade, que nas décadas anteriores se enquadrava como região rural, revelou-se  como maior área residencial da cidade, apresentando uma concentração de conjuntos habitacionais financiados pelo BNH.

Década a década, verifica-se que Londrina teve um  crescimento  constante, consolidando-se  como principal ponto de referência do Norte do Paraná, bem como exercendo grande influência e atração regional.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Feliz Natal...Feliz Ano Novo...Boas Festas!


Todos os anos ao chegar esta época natalina muitos se perdem entre presentes, correria às lojas, preocupação com mesas fartas, preparação de árvores e luzes...

O Natal também é tudo. Tempo de alegria, encontros e confraternização.

Mas e o verdadeiro significado da festa do Natal?  
Natal é tempo de celebrar o nascimento de Jesus Cristo, o nosso Salvador que veio ao mundo para mudar o destino dos povos. Depois de muitos séculos, o homens começaram a compreender o que ele pregou. Vamos seguir os passos de cristo e deixar nascer em nós todos os anos os símbolos da cristandade: amor, paz, esperança, fraternidade e solidariedade .

Natal é momento de perdão, de esquecer as tristezas e as amarguras, e é época de fortalecer o coração na fé.

Natal é tempo de família, muitos risos e alegrias. É época de fraternidade e união, e tentar que assim seja todos os dias do ano novo. Feliz Natal, Feliz Ano Novo e Boas Festas!

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

AS PESSOAS NO BRASIL ACHAM QUE ESCREVER É COISA FÁCIL. SÓ MESMO UM LEIGO PARA IMAGINAR TAMANHA INVERDADE.

A simples alfabetização não confere o “dom” da escrita a ninguém. Porém, é bom que se faça um parênteses e justiça, nesta observação. Embora raros, existem aqueles bons leitores, que caracterizamos como competentes, que além do hábito da boa leitura também escrevem com competência, sem erros ortográficos, de acentuação, de concordância, sem pleonasmo -coisa horrorosa- sem ser prolixo e principalmente sem aquele eruditismo exacerbado que pesa e complica o entendimento geral. O bom e belo texto é aquele que passa para o leitor clareza, facilidade de entendimento, eficiência e que ao término o leitor se sente realizado por ter captado tudo o que o autor passou, por meio das palavras. Como costumo dizer: Vocabulário erudito ou palavras específicas de profissões, só são eficientes para públicos ou profissionais iguais.Do contrário, o desperdício é certo e a compreensão, relativa.
Pessoas que lêem e escrevem com competência- embora raros- existem, mesmo não tendo participado de nenhum curso de gramática,impropriedades lingüísticas, língua portuguesa, técnicas de texto ou oficina literária. Fica até difícil para os estudiosos ou professores da arte da escrita imaginarem que em tempos modernos, possa existir tal figura. Digo isso, por duas razões: 1) O emburrecimento geral, pois a cada dia as pessoas lêem menos e 2) Por causa do ensino cada vez menos eficiente. Tanto isso é verdade que você seria capaz de imaginar um novo “Machado de Assis”? Um novo Rui Barbosa? Ou um novo Mário Quintana (saudoso). Vou parar de fazer citações de nomes, pois não quero ser injusto). É bom que se diga, que todos os nossos imortais da literatura, não foram apenas escritores de excelência mas também leitores por excelência.
Hoje, é possível que tenhamos bastantes bons escritores no anonimato, por razões óbvias. 
1) Falta de verba. 
2) falta de know-how. 
3) Falta de incentivo. 
4) Falta de conhecimento dos meandros do segmento literário para a publicação de uma obra. 
5) Falta de um profissional para avaliar o sucesso ou não da publicação. 
A pesquisa positiva, sobre uma publicação, nem sempre significa garantia de sucesso bem como a pesquisa negativa signifique fracasso. Isso prova que tudo continua sendo relativo. No mundo na música acontece a mesma coisa. Ser um excelente profissional, nem sempre é garantia de sucesso. Nas artes é a mesma coisa. Há , até quem diga, que só estouram os iluminados. Você acredita nesta tese? Voltando a literatura, há aqueles que não conseguem publicar suas obras deixando-as guardadas em gavetas reais ou gavetas virtuais. O que se sabe, na verdade, é que quase todo brasileiro acha que não só tem plenas condições de escrever um livro, como também de publicá-lo. Ledo engano. O mais irônico é que o nosso Brasil é um país de não-leitores!!! A quem se destinariam os livros de todos esses “autores natos” se publicados? Talvez até seja justamente por causa da não-leitura que a maioria pense que pode (e sabe!) Escrever, pois não lê coisa alguma e não tem parâmetros para discernir o que é literatura e o que não o é — mesmo que se trate apenas de “literatura de entretenimento”. Sem querer ser leviano ou pretensioso, acredito que se os brasileiros que se julgam “escritores natos” se preocupassem mais em ser, antes de tudo, LEITORES, não haveria tantos originais abarrotando as editoras nacionais. De qualquer sorte,quem pretende escrever um livro, deve procurar um leitor crítico, uma oficina literária ou mesmo que (antes de tudo) experimente publicar fragmentos de seu livro num blog…
Outra dica: passar os escritos para um leitor crítico que normalmente cobraria um preço mais em conta do que o agente, embora o trabalho dele se limitasse a dizer se o livro tinha condições de ser publicado ou não. Ainda que o parecer do leitor crítico fosse favorável, nada garantiria que o livro tivesse aceitação por uma editora, que analisa vários aspectos como:Nome , Tema se comercial ou não, aceitação, fácil leitura, erudição e por aí vai... 
Por outro lado, um agente, se visse potencial no livro, teria como oferecê-lo diretamente aos editores. Por esse grau de dificuldade é que são poucos os leitores/escritores competentes. Porém sabemos que existem muitos por esse Brasil afora que, até que se prove ao contrário, permanecerão com os seus rascunhos, escritos ou textos guardados. E bem guardados. Infelizmente conheço muitos casos assim.

Novidade no Facebook da Paiquerê Fm. Você que é curioso e gosta de saber das coisas, agora todos os dias no Facebook na Rádio Alegria de Cidade: Os significados das Palavras. Um papo muito gostoso sobre a nossa língua. Muitas curiosidades. Acompanhe!



O tempo não para. O mundo não para de girar. Temos urgência em viver o máximo possível e com alegria. Neste tempo de festa, aproveite todos os seus momentos e agradeça por mais um ano de vida.

A felicidade é composta por momentos. Os nossos momentos alegradores podem ser muitos em pequenas gotas durante o dia ou a noite. Muitos anseiam pela grande felicidade. Isso gera angústia pois a grande felicidade pode não chegar ou pode até nem existir. Enquanto isso, o melhor mesmo é seguir a vida, aproveitando ao máximos todos os seus momentos. Agradecendo pela vida e pelos amigos. ajudando as pessoas próximas a você. Exercitando a caridade. Para descobrir se o seu momento é feliz, basta analisar: se você gostaria que os momentos vividos se eternizassem ou talvez torcesse para que durasse um pouco mais, tenha certeza de uma coisa, você é feliz e talvez nem saiba disso. Se esses desejos de eternizar os momentos são os seus sentimentos, alegre-se: isso é felicidade. Quero aproveitar a oportunidade para desejar a você e a sua família infinitos momentos de felicidade e grande alegrias. É fim de ano. Tempo de festa, tempo de natal. Tempo de  alegria  e de comemoração; “O Natal é nascimento de Cristo. O ano novo, o nascimento de uma nova esperança. Que o seu final de ano venha recheado de carinho e gratidão. Feliz Natal!”

domingo, 19 de novembro de 2017

O preço da gasolina que está deixando o brasileiro de cabelos em pé, mexe no bolso, no psicológico de quem vai abastacer pois sente-se cada dia mais pobre e vira um efeito dominó, interferindo nos preços de todos os produtos e serviços ligados de uma maneira ou outra ao preço dos combustíveis. Faça uma rápida viagem comigo.

A Gasolina brasileira, além de qualidade duvidosa com uma concentração muito alta de álcool está com o preço médio acima de R$ 3,80 na maior parte do país, e chegando as rais dos 5 reais em algumas localidades do país,(dependendo do tipo da gasolina escolhida). Tudo isso, justamente em um momento em que o preço da gasolina está em queda no resto do mundo. O que podemos concluir com isso?

Vamos fazer igual o quartejador. Vamos por parte. (só pra descontrair a dramaticidade do fato).

As intervenções diretas do governo são claras e visíveis. Sabemos disso. Porém o retorno da CIDE e a decisão da Petrobras de aumentar o preço para refazer seu caixa, arregaçado pela corrupção instalada há anos e anos na Estatal, tem nos deixado perplexos, e não é de hoje.

Algumas ontribuições do governo brasileiro para o elevado preço da gasolina e para a qualidade do produto:

O setor energético é certamente um dos mais regulados da economia brasileira.  Começa pelo fato de a Petrobras deter um monopólio prático da extração de petróleo.  Após mais de 40 anos de monopólio jurídico (quebrado apenas em 1997), a Petrobras já se apossou das melhores jazidas do país.  Nem tem como alguém concorrer.

Só para lembrar, depois da Petrobras, vem a ANP (Agência Nacional de Petróleo), cuja função autoproclamada é a de fiscalizar todo o setor petrolífero brasileiro, inclusive os setores de comercialização de petróleo e seus derivados, e o de abastecimento.

Havemos de ressaltar ainda, toda uma famigerada onda de regulamentações ambientais, trabalhistas e de segurança que fazem com que abrir um posto de combustíveis seja uma atividade bastante restrita

Caso todos os impostos sobre a gasolina (PIS, Cofins, CIDE e ICMS) fossem abolidos, o preço do litro, hoje, cairia 53%, que é exatamente a carga tributária desses impostos que incidem sobre a gasolina.

Uma carga tributária tão voraz como esta incidindo sobre os preços estimula a criação de todo tipos de método burlesco que possibilita a obtenção de um máximo de receitas com um menor volume possível de vendas do produto real. Quer um exemplo?  A gasolina batizada. Temos tão conhecido por nós.

O argumento é que o diesel é um "combustível social" por ser utilizado no transporte público e no transporte de cargas. Os empresários donos de concessões de ônibus e de transportadoras agradecem. Por conta desse subsídio ao diesel, é proibida a circulação de carros de passeio movidos a diesel.

Quem já foi à Europa sabe que veículos de passeio a diesel não apenas são muito comuns por lá.

No Brasil, os únicos automóveis que podem utilizar o diesel são aqueles vistosos utilitários, de propriedade apenas dos mais ricos.  Justamente por serem considerados "veículos utilitários", e não veículos de passeio. Casos das caminhontes,  inclusive as de luxo.

Quanto ao teor de álcool na gasolina, analise comigo. quanto maior o volume de álcool na gasolina, maior é o consumo, pois o álcool possui menos poder calorífico em relação à gasolina. Isso faz com que seja necessária uma maior quantidade de combustível para que o motor realize o mesmo trabalho.  Ou seja, seu carro consumirá mais e você terá de reabastecer com mais frequência.

Quer mais? O álcool é péssimo para o motor, pois é corrosivo. Isso afeta tanto a bomba de combustível do carro quanto a vida útil dos componentes do sistema de injeção. Os motores a gasolina, caso do meu carro, não foram calibrados para tamanho teor de álcool, e nenhuma pesquisa de campo concluiu que os microprocessadores da injeção eletrônica têm a capacidade de processar uma mistura contendo mais de 25% de álcool para chegar a uma mistura ar-combustível ideal.  Consequentemente, haverá a tendência de a mistura ar-combustível ficar mais pobre, gerando redução de potência e hesitações sob aceleração. 

Se você quiser continuar comprando gasolina com "apenas" 25% de álcool, você terá de desembolsar mais para comprar a gasolina Premium, que não foi agraciada com essa resolução do governo.  Seu litro custa bem acima de R$ 4 na maioria das cidades brasileiras. Neste domingo, eu paguei R$ 4,20.

Atenção: utilizar essa nova gasolina com 27% de álcool em motores anteriores a 2003 pode ser um risco, pois as peças desses motores não foram fabricadas para suportar esse ataque químico. 

Como consequência disso tudo, no Brasil, todo proprietário de veículo de passeio, de um simples Corsa até o Ford Fusion, é obrigado a colocar álcool no seu carro.

Nos EUA, cujo setor petrolífero é dominado por empresas privadas "malvadas e gananciosas", o preço da gasolina caiu e voltou ao mesmo valor nominal de dez anos atrás.  Hoje, um litro de gasolina nos EUA está custando, em média, R$ 1,90.  Já no Brasil, cujo setor petrolífero é controlado por uma estatal que ama os pobres, o preço da gasolina está hoje no maior valor da história do real, ultrapassando a casa dos R$ 4,00 reais o litro. Onde vamos parar?

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Agenda do pensamento é uma obra com textos para leituras diárias sobre as grandes questões do dia a dia. Um verdadeiro convite ao exercício do pensamento.

O nosso corpo precisa de uma atividade física para estar sempre saudável, Com a nossa mente acontece a mesma coisa. Precisamos exercitá-la diariamente. 
Como? 
Praticando atividades intelectivas por meio dos pensamentos. O exercício do pensamento é a única maneira de permanecermos  jovens. Bons pensamentos sempre terão fluidez e espaço em todos os momentos da vida. Quem pensa tem mais o que dizer e de maneira coerente e centrada. E quem tem o que dizer é sempre bem-vindo em quaisquer ocasiões.  
A dica é o Lançamento do ano "Agenda do Pensamento". 
Trata-se de um livro com textos que irão ajudar os leitores a pensar. Aguarde!
Os pedidos podem ser feitos pelo whatsapp (43) 99150 4886
ou pelo email (agendadopensamento@gmail.com)