Vi no programado Jô um Palindromista. Quase uma boa loucura.
Um palíndromo é uma palavra, frase ou qualquer outra sequência de unidades (como uma cadeia de ADN; Enzima de restrição) que tenha a propriedade de poder ser lida tanto da direita para a esquerda como da esquerda para a direita. Num palíndromo, normalmente são desconsiderados os sinais ortográficos (diacríticos ou de pontuação), assim como o espaços entre palavras
A palavra "palíndromo" vem das palavras gregas palin ("para trás") e dromos ("corrida, pista") - que corre em sentido inverso.
Rômulo Marinho, veterano palindromista brasileiro, propõe classificar os palíndromos em:
Expliciti - trazem sempre uma mensagem direta, clara e inteligível, como "Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos” (palíndromo de autoria anônima, provavelmente o mais conhecido em língua portuguesa).
Interpretabiles - têm coerência, mas requerem esforço intelectual do leitor para serem entendidos, como "A Rita, sobre vovô, verbos atira."
Insensati - cuidam apenas de juntar letras ou palavras sem se preocupar com o sentido, como "Olé! Maracujá, caju, caramelo."
As frases formando um palíndromo também são chamadas de anacíclicas, do grego anakúklein, significando que volta em sentido inverso, que refaz inversamente o ciclo.
Escrever literatura em palíndromos é um exemplo de escrita constrangida.
Palíndromo é a frase ou palavra que mantém o mesmo sentido quando lida de trás pra frente. A princípio uma lista de palíndromos pode parecer cultura inútil, mas a verdade é que os palíndromos são expressões muito utilizadas na literatura e na publicidade porque são mais fáceis de memorizar, mesmo que o leitor/consumidor não perceba que é um palíndromo.
Índice
Palavras
aça
acaçá
Ada
afã
aia
ala
ama
Ana/anã
anilina
ara
arara
asa
ata
aviva
ele
esse
mamam
matam
metem
oco
omissíssimo
Omo
osso
Oto
Otto
ovo
racificar
radar
reger
raiar
ralar
ramar
rapar
rasar
reler
reter
rever
reviver
rir
rodador
rotor
sacas
saias
salas
sanas(â)
sapas
saras
sararás
seres
socos
somávamos
somámos
sopapos
Nomes de pessoas
Ada
Ana
Anna
Bob
Ebbe
Elle
Eve
Hannah
Menem
Natan
Nauan
Neven
Oto
Otto
Raiar
Renner
Mussum
Bauab
Rever
Lael Leal
Nomes de lugares
Neuquén (Cidade argentina)
Mutum (Cidade mineira)
Acaiaca (Cidade mineira)
Muçum (Cidade gaúcha)
Mirim (Bairro de Imbituba,SC)
Itati (Cidade gaúcha)
Anagramas
Atenção: Nem todos os anagramas formam palíndromos!
Ailen - Nélia
abas - sabá
acará - araçá
-
aço - oca
Adnan - Nanda
ágil - liga
alas - sala
além - mela
Alani - inala
alô - olá
amam - mama
-
amor - romã
amora - aroma
ame - ema
anal - Lana
anel - Lena
anelem - melena
anil - Lina
animal - lâmina
anis - sina
após - sopa
ar - rã
aram - Mara
arar - rara
arco - ocra
are - era
aro - ora
-
assam - massa
-
atar - rata
atem - meta
aterram - marreta
ator - rota
auge - égua
aval - lava
avaro - orava
ave - Eva
avo - ova
avó - ova
avô - ova
-
elo - olé
-
laicos- social
latem - metal
lavo - oval
Leonam - Manoel
-
melar - ralem
meter - retem
ocas - saco
olor - rolo
orar - raro
ramo - omar
ramos - somar
redil - líder
servil - livres
Duas ou mais palavras que não são anagramas nem formam frases
aceno boneca
acne penca
Anita latina
aperto trepa
laca bacal
ladra pardal
lama ramal
lamina animal
lata Natal
saca macas
rede ceder
rezar prazer
Frases
Frases que não são orações
A caca
A caça
A cama-maca
A dama
A droga gorda
A baba
A babá
A Lêda dela
A Lila
A mama
A mil... Baita...Katia B. Lima
A Rua Laura
Ada bêbada
Ada levada velada
Ada nada
Aí, Bia!
Ali, lado Dalila
Anita, a tina! (Antonio de Castro)
Arara rara
É bebê!
Lima a mil
Luz azul
Luz a arara azul
O bobo
O bolo do lobo
O dado
O dedo
Oh! Limonada no milho? (Marcelo Coimbra Furtado)
O Lilo
O Lu nulo
O selo leso
A Sila lisa
O Silo liso
O trote torto
O vovô
Oi, raro horário!
Oi rato otário!
Oi, gol é relógio? (San Tiago Caraíva)
Ovos nele, Helen Sovo!
Ralo do dólar
Zé de Lima, Rua Laura, Mil e Dez
Aço Pipoca
Anita latina
Subi no ônibus
Orações e frases maiores
"A base desatola calotas e desaba"
-
"A Capital. Lati paca" (Eduardo Banks)
"A cara rajada da jararaca" (Sheldon Cooper)
"A dama admirou o rim da amada"
"A Daniela ama a lei? Nada!" (Marcelo Coimbra Furtado)
"Adias a data da saída." (Marcelo Coimbra Furtado)
"A diva ávida, dádiva à vida" (Rogério Duarte Filho)
"A diva em Argel alegra-me a vida" (Rômulo Marinho)
"A droga do dote é todo da gorda" (Rômulo Marinho)
-
"Ai, Ravel. Arados, serrotes e torres só Dara levaria. Ela foi-se" (Marcelo Coimbra Furtado)
"A leda, sacana, ia na casa dela." (Marcelo Coimbra Furtado)
"A lupa pula" (Catarina Lins)
"A má (boa?) nova lê Bono: Nobel Avon a Obama (Leo Cunha)
"A maca dos sonos só dá cama" (Mateus S. Thimóteo)
"A mala nada na lama" (Millor Fernandes)
"A mira da rima" (Mateus S. Thimóteo)
"A miss é péssima!"
"À Rita, sátira!" (Mateus S. Thimóteo)
"A, seu Gu, tropa da portuguesa?" (Mateus S. Thimóteo)
"Amarga-me a droga, a gorda é magra má" (Rogério Duarte Filho)
"Amo Omã. Se Roma me tem amores, amo Omã!" (Mateus S. Thimóteo)
"Arroz é zorra" (Fernando Fonseca)
"Acata o danado... e o danado ataca!"
"Acinte animal: aos sopapos, soa lâmina étnica." (Beto Furquim)
"Acuda cadela da Leda caduca" (Rômulo Marinho)
"Até Reagan sibarita tira bisnaga ereta" (Chico Buarque de Hollanda)
"A Daniela ama a lei? Nada!" (Marcelo Coimbra Furtado)
"Adias a data da saída" (Marcelo Coimbra Furtado)
"Adias aérea saída." (Beto Furquim)
"Ah, 'leva eu', que a velha..." (Mateus S. Thimóteo)
"Ah, livre era papai noel, leon ia papar é ervilha." (Rogério Duarte Filho)
"Ai, Ravel, arados, serrotes e torres, só Dara levaria" (Marcelo Coimbra Furtado)
"Ajudem Edu já!" (Ândrey Galvão)
"Amarga é a maca - tira-a, Rita! cama é a grama..." (Marcos Chrispim)
"Ame a ema"
"Ame o poema"
"Amil, mera gula, é dia, ide alugar em Lima (Ândrey Galvão)
"Amor, aniversário: só iras revi na Roma" (Eduardo Banks)
"Amor me açoda, aviva, adoça em Roma." (Beto Furquim)
"Amora me tem aroma"
"Ana, case, esse é sacana"
"Ana lava Lana"
"Ana me rola, calor emana..."
"Ana (e Dari) irá reler Ari; ira de Ana." (Filipe Prates)
"Ana Penélope arder a Lua acitore é erótica aula redra e pólen e pana." (Eduardo Banks)
"Ande logo, ela vale o gol, Edna!" (Marcelo Coimbra Furtado)
"Anotaram a data da maratona" (François S. Oliveira)
"A pateta ama até tapa..."
"A porta rangia à ignara tropa"
"Após a sopa"
"A rara arara"
"Ar gera regra" (Mateus S. Thimóteo)
"Ararás. A cuca roda. Ata é bom semear. Assem-a sem ovo, mês a mês, sara. E mesmo beata, a dor, a cuca sarará." (Almi Cardoso da Silva)
"Arfas a arar solos; rara, a safra." (Beto Furquim)
"A Rita, sobre vovô, verbos atira" (Rômulo Marinho)
"A roda da Dora"
"Aro, fala oba idem*. Edu, tive o dna dum eco desse. Aí moço, toma. Zedi, pare de ler e vai, ide e levai. Daniel ei vai roda tu p*. Moço, o computador ia, vi ele inadiável, e Edi ia ver ele "de rapidez" a moto. Comi a esse doce mudando e vi tu de media boa lá fora.(Ândrey Galvão)
"Aroma. Me supus em amora." (Beto Furquim)
"A sacada da casa"
"A semana toda lemos: só melado tá na mesa" (Marcelo Coimbra Furtado)
"Após a negra falarás: Sara Lafarge na sopa!" (Euclides José Maciel Marques)
"Arame na cidade? Mele-o! Ele faz a fé, Léo! Ele me dá dica, né, Mara?" (Mateus S. Thimóteo)
"Arara, vi paca e a capivara. Rá!" (Mateus S. Thimóteo)
"Asa, caneta, arroz, radar, zorra: até na casa?" (Mateus S. Thimóteo)
"Assim a aia ia à missa" (Millor Fernandes)
"Assim a aluna anula a missa"
"Até na cana, to na Lua. Paul, anota na caneta (Ândrey Galvão)
"Até Reagan sibarita tira bisnaga ereta" (Chico Buarque)
"A sogra má e amargosa"
"Atino
banana bonita."
"Atlas, omissíssimo, salta." (Beto Furquim)
"Ato idiota"
"A torre da derrota"
"Aula na Lua" (Mateus S. Thimóteo)
"Aula sobre verbos à Lua" (Mateus S. Thimóteo)
"A Varig girava" (Diogo Vasconcellos Lima)
"Ave veloz o leve. Vá!"
"É a mateira Marieta mãe?"
"É cova! Puxa, amo tossir "e ame"! De o dna Rô! Mano, a Thaisi? Ah, tão namorando! É de mãe (risso). Toma, "axu pá" voce! (Ândrey Galvão Barbosa)
"E Amaro? Faz a paz afora, mãe." (Bruno Prates)
"E assim a missa é"
"E até o Papa poeta é” (Rômulo Marinho)
"É, fala! A, reza! Fala! Ó, jura: "mão de 11 é do(a) marujo(a)" Lá, fazer a Alá fé! (Mateus S. Thimóteo)
"E Leda, sacana, ia na casa dele" (Marcelo Coimbra Furtado)
"Ema, só após merecerem sopa os ame." (Beto Furquim)
"Ele padece da pele"
"E telas eram usadas à caneta até na casa da Sumaré, Salete!"
"E toma, leva, roda a missa. Reza fará prazer... e lave-me, ótimo é o demo, evite o azar, evite-se esse mês. Acorde pedroca sem esse (e se tive razão, e tive) o medo é o mito e me vale rezar para fazer assim. À Adorável, amo-te." (Rogério Duarte Filho)
"E troca a corte!" (Mateus S. Thimóteo)
"E vá após a sopa, ave!" (Mateus S. Thimóteo)
"É volitar ter a ave... Lico domina e lê. Ática, Ana Morale, a ti, Paolo, todavia, relê. Assinada, ela fala: ‘– Sai, cala, foge, retrata, vá, ó Satim! (repetem o nosso nome). Te permitas o avatar ter ego. Falácias, Alá, fale à Danissa!’ Ele, raiva do tolo, apita... Ela, romana, a cita. Ele, ânimo dócil... Eva, a retrátil, o vê!" (Herbert Saavedra)
"Em roda, tropa, após a sopa, à porta dorme" (Rômulo Marinho)
"Ésio, fale! Ai, Ravel, arados, serrotes e torres só Dara levaria. Ela foi-se" (Marcelo Coimbra Furtado)
"És sapo? Passe"
"Eta, longe Egno late" (Mateus S. Thimóteo)
"Eu, neto; vovô, tênue" (Leo Cunha)
"Eva, asse essa ave"
"Eva, asse e pape essa ave"
"Ia, vem e vai" (Mateus S. Thimóteo)
"Ias em missa? Logo o gol assim me sai..." (Marcos Chrispim)
"Íris ama siri" (Ítalo Lourenço)
"Ítalo, lati" (Mateus S. Thimóteo)
"Fica fácil escrever palindromos com nomes próprios, como fazem Mezaf Omocso, Irporp Semon, Mocs Omord, Nila Prevercs e Lica Facif." (Rodrigo Marçal e Marco Vieira)
"Girava Varig" (Mateus S. Thimóteo)
"Há gaz no Gonzaga." (Antonio de Castro Rocha Jr)
"Laço bacana para panaca boçal" (Rômulo Marinho)
"Lael é leal!" (Ricardo Biesek)
"Lá tá no novo; e sem o califa na fila come-se ovo no Natal." (Antonio Prates)
"Lá tem metal."
"Lavo ovo oval" (Mateus S. Thimóteo)
"Lena me teve (tem) anel" (Mateus S. Thimóteo)
"Liga: se sobes sebos, és ágil." (Beto Furquim)
"Livre do poder vil" (Rogério Duarte Filho)
"Luza Rocelina, a namorada do Manuel, leu na “Moda da Romana”: “Anil é cor azul”
"Maria, Selena e Anele saíram" (Euclides José Maciel Marques)
"Marujos só juram"
"Mata da TAM" (Mateus S. Thimóteo)
"Modo: som tiramos, somamos som a ritmos: o dom" (Rômulo Marinho)
"Morram após a sopa marrom"
"Navio MOCS? Ueh, ta Matheus com o Ivan? (Ivan Souza de Andrade, p/ o filho, Matheus B.W.A)"
"O caso da droga da gorda do saco"
"O céu sueco"
"O Cid é médico"
"O da PUC o é: Ocupado" (Pedro Palomino)
"O Decamerão: are, Macedo" (Eduardo Banks)
"O Demo é tema, sua causa mete o medo." (San Tiago Caraíva)
"Ódio do doido!"
"O Gal. Leno Roca, à porta da cidade, a portador relata fatal erro da tropa e dá dica da tropa a Coronel Lago" (Rômulo Marinho)
"O galo ama o lago"
"O galo no lago"
"Ó, mas adoro rodas: amo!" (Mateus S. Thimóteo)
"Oh! Limonada no milho? (Marcelo Coimbra Furtado)
"Oh nossas luvas avulsas, sonho..." (Rogério Duarte Filho)
"Oh, nó de Mara medonho!"(Gletson Aguiar Martins)
"Oi, nó! Medo do demônio? (Mateus S. Thimóteo)
"Oi! Leva arara? - Ave Lio!"
"O Ivan ama navio" (Ivan Nicoli)
"Olá tio Ítalo" (Ítalo Lourenço)
"O lobo ama o bolo"
"O mero remo" (Ítalo Lourenço)
"O mito é ótimo"
"O pó de cocaína mata maníaco cedo, pô!"
"Orar é em missa? Assim me é raro!" (Mateus S. Thimóteo)
"O romano acata amores a damas amadas e Roma ataca o namoro"
"O romano do namoro" (Mateus S. Thimóteo)
"Oslo: o clã é de álcool só" (Leo Cunha)
"O tal é o rio leve na neve loiro e lato" (Roberto F. Silvestre)
"O tapa. Oh! Li-me, Datena. Coma arroz. Ó, não é o ano. Zorra: amo: caneta; de milho a pato" (Mateus S. Thimóteo)
"O teu drama é amar dueto"
"O terrível é ele vir reto" (Rômulo Marinho)
"Oto come doce seco de mocotó" (Rômulo Marinho)
"Oto come mocotó"
"O treco certo"
"O voo do ovo"
"Ramo do mar" (Mateus S. Thimóteo)
"Reverta é verbo, O vivo breve é, Sabe bem amá-lo o Lama, Me beba se é verbo vivo, O breve atrever." (Rogério Duarte Filho)
"Rezar pro Pedro (morde por prazer)." (Bruno Prates)
"Rir, o breve verbo rir"
"Roda esse corpo, processe a dor!"
"Roma é amor"
"Roma? Eu? Que amor..." (Mateus S. Thimóteo) - primeira frase palíndroma com a letra Q
"Roma me tem amor"
"Sá dá tapas e sapatadas"
"Sá, grave Vargas" (Mateus S. Thimóteo)
"Saíram o tio e oito marias"
"Sais sem o casaco, Messias?"
"Salta o Atlas"
"Saltaram o mar, Atlas" (Mateus S. Thimóteo)
"Seco de raiva, coloco no colo caviar e doces" (Rômulo Marinho)
"Sem o dote, é todo mês"
"Ser belo, lebres!"
"_Seres saro há horas! _Seres?!" (Mateus S. Thimóteo)
"Se rota, sô, ave leva os atores!" ( A respeito da mudança sistêmica de ministros no primeiro ano do governo Dilma em 2011 - Alexandre Miranda Rosa)
"Soam-me ótimos os reversos: o mito em mãos!"
"Só com o tio somávamos oito moços" (Rômulo Marinho)
"Só Dnira mata tamarindos..."(Gletson Aguiar Martins)
"Socorram Marrocos"
"Socorram-me em Marrocos!"
"Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos!"
"Soluçou em meu óculos" (Mateus S. Thimóteo)
"Só melado tá na mesa a semana toda, Lemos!" (Marcelo Coimbra Furtado)
"Sorri. P.S.: espirros!" (Mateus S. Thimóteo)
"SOS, A Varig girava, SOS" (Diogo Vasconcellos Lima)
"Subi no ônibus"
"Tucano na CUT" (Rômulo Marinho)
"Zé de Lima, Rua Laura, mil e dez"
"Zé do dez" (Mateus S. Thimóteo)
"Livro da dor vil." (Joir Mauro)
"O Norton no trono." (Maycon CDM)
"O pavão vê arara, só vi urubu ruivo sarará e voava pô!"(Sérgio Igrés)
"Ria, só tive sorte má, a metros evito sair." (Sérgio Igrés)
Outros
aba, acaiaca, Ada, ala, ama, amarram-a, Ana, anilina, ara, arara, asa, assa, ata, esse, iriri, mamam, matam, mapam, melem, metem, mexem, mirim, mutum, mussum, Natan, oco, omo, osso, oto, ovo, racificar*, radar, ralar, ramar, rapar, rasar, ratar, reler, Renner, reter, rever, reviver, rir, rotor, sacas, salas, seres, siris, saras, socos, sapas, solos, soros, seles, somavamos, somos, sugus, supus.
Racificar: Unificar raça.
avaro/orava. auge/egua. Edna/ande. apartas/satrapa. Raul/luar. amar/rama. roma/amor. ator/rota. servil/livres. Messias/saíssem. missa/assim. atlas/salta. Ari/ira. Eva/ave. Avó/ova. Sapos/Sopas. sacos/socas. será/ares. raul/luar.
Frases e orações com simetria total (até nos espaços entre as palavras)
"Acinte animal: aos sopapos, soa lâmina étnica." (Beto Furquim)
"Adias aérea saída." (Beto Furquim)
"Ame a ema."
"Amar Donato idiota no drama." (Laura Oliveira)
"Amor me açoda, e aviva, e adoça em Roma." (Beto Furquim)
"Amor, me ama em Roma?"
"Ande, Edna."
"Ante Atlas, Oto salta Etna"
"Após a sopa."
"Arre! Sem o erre, o mês erra." (Beto Furquim)
"Arfas a arar solos; rara, a safra." (Beto Furquim)
"Assam a massa."
"Assim a aluna anula a missa."
"Atlas, omissíssimo, salta" (Beto Furquim)
"E assim a missa é."
"Ai,é legal a geleia"
"Ema, só após merecerem sopa os ame." (Beto Furquim)
"Eu, ué!"
"Eu acuo Laura na ciririca na rua louca, ué" (Laura Oliveira)
"Eva, asse essa ave."
"Liga: se sobes sebos, és ágil." (Beto Furquim)
"Matem e metam." (Euclides José Maciel Marques)
"Maus matutam, suam." (Beto Furquim)
"Morram após a sopa marrom."
"Omitiram radar marítimo."
"Omito osso ótimo."
"Orar é em missa? Assim me é raro!" (Mateus S. Thimóteo)
"Oras e saro." (Guilherme Pedroso)
"Os Maias saíam só." (Tulio)
"Raul e Íris: após sopapos, sopa, siri e luar." (Beto Furquim)
"Roma é amor."
"Salta o Atlas."
"Somar me em Ramos." (Celia L. Ribeiro)
"Roma me tem amor."
"Aula na rua é aura na lua" (Laura Oliveira)
"A diva da dívida da vida." (Laura Oliveira)
"Socorram Marrocos."
"Somos seres, somos?!?! Seres somos !?!?" (Paulo Cezar Antunes Junior)
"SOS: somos sós"
"Zed lota o atol dez" (Hemeterio)
"Sopas suam, e Solar/Somar soa animal marítimo; livres ares anula acinte, à reviver, a étnica aluna será servil? Omitiram lâmina aos ramos ralos e maus sapos" (Giuliano Fratin)
"Sós,nossos palermas sapos só passam relapsos,sonsos!" (Sérgio Igrés)
Frases e orações com simetria parcial (não inclui os espaços entre as palavras
"Óto come doce seco de mocotó"
"Subi no ônibus"
-
"A diva ávida, dádiva à vida" (Rogério Duarte Filho)
"Ah, livre era papai noel, leon ia papar é ervilha." (Rogério Duarte Filho)
"A cara rajada da jararaca." (Manu Lafer)
"Acata o danado... e o danado ataca!"
"Acuda cadela da Leda caduca" (Rômulo Marinho)
"A dama admirou o rim da amada."
"A Daniela ama a lei? Nada!" (Marcelo Coimbra Furtado)
"Adias a data da saída." (Marcelo Coimbra Furtado)
"Adão, Tejo hereje, gere hoje toada." (pintado num muro da UFRJ)
"Omitiram o nobre verbo no marítimo" (San Tiago Caraíva)
"A droga do dote é todo da gorda." (Rômulo Marinho)
"A diva em Argel alegra-me a vida." (Rômulo Marinho)
"A grama é amarga." (Millor Fernandes)
"Ah, Caetano, e Leona te acha?" (Ederson Dantas)
"Ai, Ed... O Oto odeia!" (Ederson Dantas)
"Ai, Ravel, arados, serrotes e torres, só Dara levaria. Ela foi-se” (Marcelo Coimbra Furtado)
"A ira cava na vacaria."(Glétson Aguiar Martins)
"Amada dama" (Jederson L. Ribeiro)
-
"A lua panamenha agita, fatiga. Ah! Nem Ana Paula..."(Noguerol)
"Amada rapariga agira para dama."
"Amarelo cadaver tá; é a treva da cólera má." (Manu Lafer)
"Amarga é a maca - tira-a, Rita! Cama é a grama..." (Marcos Chrispim)
"Amarga-me a droga, a gorda é magra má." (Rogério Duarte Filho)
"Ame o poema."
"A miss é péssima!"
"Amora me tem aroma."
"Amor é de Roma." (Iuan Melo Meirelles)
"Ana, case, esse é sacana."
"Ana (e Dari) irá reler Ari; ira de Ana." (Filipe Prates)
"Ana lava Lana."
"Anali amada dama ilana." (Ada Jéssica da Silva)
"Ana me rola, calor emana..."
"Ande logo, ela vale o gol, Edna!" (Marcelo Coimbra Furtado)
"Anotaram a data da maratona."
"A pateta ama até tapa..."
"A porta rangia à ignara tropa."
"A rara arara."
"Ararás. A cuca roda. Ata é bom semear. Assem-a sem ovo, mês a mês, sara. E mesmo beata, a dor, a cuca sarará." (Almi Cardoso da Silva)
"A Rita, sobre vovô, verbos atira." (Rômulo Marinho)
"Arroz é a mata, mãe zorra!" (Herbert Saavedra)
"A sacada da casa."
"A semana toda lemos: só melado tá na mesa." (Marcelo Coimbra Furtado)
"Após a negra falarás: Sara Lafarge na Sopa!" (Euclides José Maciel Marques)
"Assim, a sopa só mereceremos após a missa."
"Assim a aia ia à missa." (Millor Fernandes)
"Assim a diva Ana Rita, em Roma, amor me atira, na ávida missa."
"Até Reagan sibarita tira bisnaga ereta." (Chico Buarque)
"Ato idiota."
"Ator Aran adia, vai danar a rota" (Jederson L. Ribeiro)
"A torre da derrota."
"Auê só nos EUA!" (Hemeterio)
"Ave veloz o leve. Vá!"
"A vida é a diva!"
"Bola de tênis, sinete da LOB." (Bruno Prates) [LOB é uma academia de tênis no Rio de Janeiro]
"E Amaro? Faz a paz afora, mãe." (Bruno Prates)
"É a mateira Marieta mãe?"
"E até o Papa poeta é.” (Rômulo Marinho)
"É a vossa meta mor: amarga, letal, amável. Lá ele murmurou que todo amor eu quero. Mão do teu quorum. Rum é leal. Leva mala, tela, grama... Roma, temas, sova é!" (Herbert Saavedra)
"E depile na lâmina o raro animal anelípede." (Gelson)
"E Leda, sacana, ia na casa dele." (Marcelo Coimbra Furtado)
"Em roda, tropa, após a sopa, à porta dorme.” (Rômulo Marinho)
"E dá dica, dona Issa, com amigos: “Amo-te!” E toma só Gim."Amo Cassiano da cidade!"” (Estêvão Queiroga)
"Ele padece da pele " (Ana Julia Licio).
"- E nota Leda? Ávida, dá remédio. Dose por dose divide. Divide só, Dr. O pé só dói. De mera dádiva a delato, né?" (Estêvão Queiroga)
"Esse sai. Opa! E me apóias esse!" (Ederson Dantas)
"És sapo? Passe."
"Eva, asse e pape essa ave."
"E toma, leva, roda a missa. Reza fará prazer... e lave-me, ótimo é o demo, evite o azar, evite-se esse mês. Acorde pedroca sem esse (e se tive razão, e tive) o medo é o mito e me vale rezar para fazer assim. À Adorável, amo-te." (Rogério Duarte Filho)
“É volitar ter a ave... Lico domina e lê. Ática, Ana Morale, a ti, Paolo, todavia, relê. Assinada, ela fala: ‘– Sai, cala, foge, retrata, vá, ó Satim! (repetem o nosso nome). Te permitas o avatar ter ego. Falácias, Alá, fale à Danissa!’ Ele, raiva do tolo, apita... Ela, romana, a cita. Ele, ânimo dócil... Eva, a retrátil, o vê!” (Herbert Saavedra)
"Ias em missa? Logo o gol assim me sai..." (Marcos Chrispim)
"Laço bacana para panaca boçal." (Rômulo Marinho)
"Lá Renê gorava o avaro general." (Eduardo Vidili)
"Lá tá no novo; e sem o califa na fila come-se ovo no Natal." (Antonio Prates)
"Lá vou eu em meu eu oval." (Marina Wisnik)
"Amada data, cera é ter ré da vela: leva, derrete a recatada dama." (Manu Lafer)
"Livre do poder vil" (Rogério Duarte Filho)
"Livros - se for pagar, traga professor vil." (Laerte Coutinho)
"Luza Rocelina, a namorada do Manuel, leu na 'Moda da Romana': 'Anil é cor azul.'" (Bocage?)
"Luz azul"
"Mar e número remuneram" (San Tiago Caraíva)
"Maria, Selena e Anele saíram" (Euclides José Maciel Marques)
"Mari, Rose, Ari e Ed adiavam, sem a mesma vaidade e ira, e só riram."(Túlio F.T.de Sousa)
"Marujos só juram"
"Me vê se a panela da moça é de aço, Madalena Paes, e vem.”
"Missa. A atam na luz. Alá fala: Fá-la, Zulan, mata-a, assim!" (Herbert Saavedra)
"Moça morde Pégasus e Jesus? Age, Pedro maçom!" (Eduardo Vidili)
"Modo: som tiramos, somamos som a ritmos: o dom.” (Rômulo Marinho)
"Morra, mata marrom!" (Larissa Bontempi)
"O caso da droga da gorda do saco."
"O céu sueco."
"O Cid é médico."
"Ódio do doido!"
"O Gal. Leno Roca, à porta da cidade, a portador relata fatal erro da tropa e dá dica da tropa a Coronel Lago." (Rômulo Marinho)
"O galo nada no lago." (Sergio Alberto Schneider)
"O Ivan a ama à navio..." (Ivan Souza de Andrade)
"Oi, rato otário."
"Oi,Val! Fez o ovo do vô, o Zé Flávio?" (Flávio Bueno Marcondes Oliveira)
"Olá Valor, eu quero lavá-lo" (Rogério Duarte Filho)
"Oh nossas luvas avulsas, sonho..." (Rogério Duarte Filho)
"O lobo ama o bolo."
"O mito é ótimo."
"Ô gela gema, ame galego!"(Glétson Aguiar Martins)
"O ovo vovô !! Voô ! (Paulo Cezar Antunes Junior, complemento de Marcel Horner)
"O pó de cocaína mata maníaco cedo, pô!"
"Oro e temo meteoro." (Glétson Aguiar Martins)
"O romano acata amores a damas amadas e Roma ataca o namoro."
"O teu drama é amar dueto." (Rômulo Marinho)
"Ota, o ator, trota o ato" (Hemeterio)
"Òto, come ovo e mocotó" (Heumesmo)
"O terrível é ele vir reto." (Rômulo Marinho)
"Oto come doce seco de mocotó." (Rômulo Marinho)
"O treco certo."
"Ovo novo."
"O voo do ovo."
"Lê:tapa,raso,sarapatel!"(Glétson Aguiar Martins)
"Só Ivan, o tio, é dono de oito navios." (Antônio José de Carvalho)
"O corte dói, dê-me remédio de troco." (Antônio José de Carvalho)
"Roma se doa toda à ira, Maria, adota o desamor." (Antônio José de Carvalho )
" O Narciso é livre, servil é o sicrano." (Antônio José de Carvalho)
" O mito é ele Pelé, e ótimo." (Antônio José de Carvalho)
" Nos dê o gol logo, Edson." (Antônio José de Carvalho)
" Saltar o meteoro é temor, Atlas." (Antônio José de Carvalho)
"Raoni, tal psicose... peso cisplatino, AR." (pintado num muro da UFRJ)
"Reter e rever para prever e reter." (Rômulo Marinho)
"Reverta é verbo, O vivo breve é, Sabe bem ama-lo o Lama, Me beba se é verbo vivo, O breve atrever." (Rogério Duarte Filho)
"Rezar pro Pedro (morde por prazer)." (Bruno Prates)
"Rir, o breve verbo rir."
"Roda esse corpo, processe a dor!"
"Rô! Sono do cubano Nabucodonosor.(Glétson Aguiar Martins)
"Roma me tem amor."
"Sá dá tapas e sapatadas."
"Saíram o tio e oito Marias."
"Seco de raiva, coloco no colo caviar e doces." (Rômulo Marinho)
"Sem o dote, é todo mês."
"Só com o tio somávamos oito moços." (Rômulo Marinho)
"Soa como caos"
"Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos!"
"S.O.S., seres matam seres sós!" (Paulo Cezar Antunes Junior)
"Subi no ônibus."
"Tucano na CUT" (Rômulo Marinho)
"Vi Êmulo vetar até volume IV." (Rômulo Marinho)
"Zé de Lima, rua Laura, mil e dez."
"A gorda não voa na droga!" (Luiz Pedro)
"Resumamos: soma m, use r !"(Glétson Aguiar Martins)
"Neda Lnib ama só Osama Bin Laden."(Glétson Aguiar Martins)
"Só metemos."(Pedro Augusto Chizzolini Lonel)
"Uruburetama ama Teruburu." (Glétson Aguiar Martins)
"Amo La Paloma" (Giuliano Fratin)
"Livro da dor vil." (Joir Mauro)
"Arara só vi urubu ruivo sarará!" (Sérgio Igrés)
"A dar açúcar é ser açucarada?" (Sérgio Igrés)
"A vó cadaver tá na treva da cova!" (Sérgio Igrés)
"Ao ver tubarão no ar abutre voa." (Sérgio Igrés)
"Ele,crocodilo,sólido corcel é!" (Sérgio Igrés)
"Encare ter acne!" (Sérgio Igrés)
"Se sofro,matemático só cita metamorfoses!" (Sérgio Igrés)
Em outras línguas
"Ein Esel lese nie." (Um burro nunca lê.)
"Ein Neger mit Gazelle zagt im Regen nie." (Um negro com uma gazela nunca se desespera na chuva.)
Den ret tapre Knud Åge i Egå dunker patter ned.
Den laks skal ned.
Damejer Nis Berg greb sin rejemad.
Elsa har fat i Rita fra Hasle.
Lås oksemaden ned og giv Viggo denne dameskosål.
Degnene traf i farten en ged.
Tre negre med fane, en af dem er genert.
Selmas lakserøde garagedøre skal samles.
Trolde med lort.
"¿Acaso hubo búhos acá?" (Juan Filloy)
"Adivina ya te opina, ya ni miles origina, ya ni cetro me domina, ya ni monarcas, a repaso ni mulato carreta, acaso nicotina, ya ni cita vecino, anima cocina, pedazo gallina, cedazo terso nos retoza de canilla goza, de pánico camina, ónice vaticina, ya ni tocino saca, a terracota luminosa pera, sacra nómina y ánimo de mortecina, ya ni giros elimina, ya ni poeta, ya ni vida." (Ricardo Ochoa)
"Allí por la tropa portado, traído a ese paraje de maniobras, una tipa como capitán usar boina me dejara, pese a odiar toda tropa por tal ropilla." (Luis Torrent)
"Alli tape Menen esa patilla." (Juan Filloy)
"¿Anás usó tu auto, Suzana?"
"Atale, demoniaco Cain, ó me delata!" (Julio Cortázar)
"Ateo por Arabia iba raro poeta." (Juan Filloy)
"Dábale arroz a la zorra el abad."
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"Noel ama como camaleón." (Juan Filloy)
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"Ojo rojo."
Aattona Jania aina janottaa.
Aatu osaa soutaa.
Allill´ on tilit nollilla.
Asko, anna oksa!
Assi, köytä työkissa!
Atte-kumiorava, varo imuketta!
Autioitua
Emman amme.
Saippuakivikauppias (vendedor de soda cáustica)
Saippuakauppias.(vendedor de sabão)
Tu l'as trop écrasé, César, ce Port-Salut ! (Victor Hugo)
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Léon, émir cornu, d'un roc rime Noël. (Charles Cros)
"En gabbro, l’ammonite y écrase ce grès ému! Apte, Eve retire ta lame-égide (retirons nase et nom rusé d’or). Belle, elle usa ce lied à érosion. Nifé, le miasme nacra et Lucette dévalisa le cerf folié. Cargneule (ici tuf et là sableur), ce lassi fêlé cède un ave grenu et un imam-gamelle bâté. Eric élime un axe docte. Crétacé de crin et alu : essorez ! Sélène malien rétamé, Marc sort erse (Lisa, sédative, nia). Brune dolérite nue et opale, Rita te porte le mas. Un (isocèle, tracé, dégrossi) engin turbine la pinède. Ce val à l’Etna, tu mêlas. Anna y créma la divergence mêlée, le mec nègre vida la mer cyan. Nasale mutante, la lave cède : Ni pâle, ni brut, ni gneiss... Orge de carte, le cosinus a mêlé trop et a tiré la potée. Un étiré loden urbain évita des asiles rétros. Cramé, materné, il amène les zéros. Seul à tenir ce déca-tercet, codex à nu, Emile cire et Abel, le magma, minute un erg. Eva, nue, décèle fissa ! Le cruel basalte fût ici élu en grâce. Il offre cela si la vedette culte (arc à nems) aime le finnois. Oréade, île casuelle, elle brode, surmontée sans norite. Rédigée, ma latérite rêve et paume Serge. César, ce yeti, nomma l’Orb bagne."
"ΝΙΨΟΝ ΑΝΟΜΗΜΑΤΑ ΜΗ ΜΟΝΑΝ ΟΨΙΝ." (Lava teus pecados, e não só o rosto)
Néma mén.
Edit, ide! (Sóti György)
Kerek erek.
Komor romok.
A Kupa apuka.
Dávid sógorom morog ósdi vád.
Réti pipitér.
Életem Etelé.
"Able was I ere I saw Elba" (frase que poderia ter sido dita por Napoleão depois de derrotado em Waterloo)
"A man, a plan, a canal, Panama!"
"Cigar? Toss it in a can, it is so tragic."
"Dennis and Edna sinned."
"Doc, note, I dissent: a fast never prevents a fatness; I diet on cod."
"God, no evil, live on dog."
"God lived as a devil dog."
"I love me, Vol I."
"I roamed under it, a tired nude maori."
"Lewd did I live & evil I did dwel."
"Madam, I'm Adam."
"Mad as Sadam." (Cassiano Leonelli e Estêvão Queiroga)
"Nat saw I was tan."
"Not a hero wore hat on"
"Satan oscillate my metallic sonatas" (as palavras escritas juntas formam o título de um EP da banda Soundgarden)
"See, slave, I demonstrate yet arts no medieval sees." (Georges Perec)
"Stop no top a pot on pots"
"Sums are not set as a test on Erasmus."
"Was it a car or a cat I saw?"
"Arte tetra"
"E la morta aveva atro male"
"E nei peccati, vitacce piene"
"E se noi amiamo vortici? Trovo mai maionese"
"O soriano, utile li', tuona iroso!"
"Ira m'aizza: cazzi amari!"
"E noi? Or toso Roma, Omar! Lisa, godi? Caos, oro dosagli. Raro vi da' velo, vela, e di alloro! Calarono, Sisifo, piallai. L'italo, ville! Bacco, bidonalo. Vidi casa, Giamaica, bello! Fotte tetto folle. Bacia, ma i gas acidi volano di bocca, belli volatili, alla ipofisi sonora. La corolla ideale voleva divorar. Il gas odoroso (acido gas), il ramo amoroso, troione!"
O quadrado mágico
Um famoso palíndromo bidimensional, também conhecido como quadrado mágico, quadrado latino ou fórmula Sator (ver Quadrado Sator), é uma inscrição latina que foi encontrada nas ruínas de Herculano e Pompeia. (Sua tradução é disputada, mas duas das alternativas propostas são: "O semeador Arepo conduz cuidadosamente o arado" e "O criador mantém o mundo em sua órbita"). Observe que o quadrado é absolutamente simétrico - pode ser lido da esquerda para a direita, da direita para a esquerda, de cima para baixo e de baixo para cima.
"In girum imus nocte et consumimur igni." (Giramos a noite e somos consumidos pelo fogo.)
"Roma tibi subito motibus ibit amor." (Em Roma o amor lhe virá de repente)
Kobyła ma mały bok.
Zakopane na pokaz.
Może jutro ta dama da tortu jeżom.
Wół utył i ma miły tułów.
Jokata mazor rozamatakoj. (Beto Furquim)
Adolf i Paris rapar sirap i Floda.
Du har bra hud.
Nej, leta i ateljen.
Ni rakar bra Karin.
Ni talar bra latin.
I Reval sitta ni alla inatt i slaveri.
Sirap i Paris.
God apa gavs galna anlag svag apa dog.
Dromedaren Alpotto planerade mord.
Flyg mot dem med tom gylf.
Elini aça aça inile.
Tasarıda radar, adı rasat.
Ulu eli milatlık anam; az namazlık zaman ara,namaz kıl zaman zaman; akıl talim ile ulu.
Kahreyleme emel yer hak.
Mekanizasyon oysa zina kem.
Rulo teleksi. Anayasa sayana iskelet olur.
Adnan İsa, bak! En iyi ve az eczane, ev ve en az cezaevi yine kabasinan'da.
Alarak elişi kazak, iş ile karala.